leer_primeras_paginas Leer primeras páginas

📱 eBook en portugués DIREITO QUILOMBOLA À AUTOGESTÃO CULTURAL E TERRITORIAL SUSTENTÁVEL.

JEFFERSON CRESCENCIO NERI

Clube de Autores- 9786526636954

Administración pública

Sinopsis de DIREITO QUILOMBOLA À AUTOGESTÃO CULTURAL E TERRITORIAL SUSTENTÁVEL.

O presente livro é fruto de uma pesquisa interdisciplinar que congrega o Direito, o Meio ambiente, a Ecologia política e a Gestão do Patrimônio Cultural em relação aos territórios quilombolas, se valendo da experiência do autor com museologia comunitária quilombola. Parte de uma crítica ao Patrimônio cultural como o "isolar de bens culturais" por estudos científicos e procedimentos administrativos, buscando um patrimônio vivo, ligado às próprias territorialidades quilombolas. Inquietantemente, quanto ao Patrimônio cultural quilombola, o art. 216 § 5º da Constituição do Brasil prevê o instituto do tombamento, que talvez seja o que mais fossiliza o bem cultural (para preservar as características dos bens físicos tombados), dissonante da dinâmica social, embora terreiros de candomblé da Bahia o tenham ressignificado, adotando o tombamento como um modo de bloquear a repressão aos cultos. Diante disto, o objetivo do livro é buscar um modelo adequado para proteger juridicamente e gerir cultural e ecossocioeconomicamente o Patrimônio cultural quilombola enquanto um patrimônio vivo. Testou-se, então, a hipótese de que tal forma, partindo da gestão cultural em colaboração com a comunidade (art. 216, § 2º da Constituição), é a gestão comunitária. O capítulo 1 criou a abordagem denominada Arqueologia das Práticas, que levou em conta a experiência do autor em campo e os marcos teóricos a respeito das semioses sociais (a Transmodernidade de Dussel, a Diferença Colonial de Mignolo, a Diáspora de Gilroy e Hall, a Poética da Diversidade de Glissant, o Quase Outro de Spivak, a Gnose de Mudimbe e o Necropoder de Mbembe), buscando, quanto às práticas, fazer uma arqueologia necropolítica do território quilombola, e quanto às narrativas, perceber as intertextualidades quilombolas com o texto colonial, e as transculturações da diáspora como consequência. Das traduções culturais, que surgem de tais transculturações, se buscam novos referenciais para um Direito Quilombola ao Patrimônio Cultural gerido a partir das ecossocioeconomias comunitárias. Antes disto, o capítulo 2) considera os problemas sincrônicos do discurso do Patrimônio cultural quilombola, situando as alienações que a modernidade, o Direito, a estrutura estatal burocrática e os agenciamentos puderam ocasionar para as práticas sociais quilombolas, bem como os conflitos específicos com o coronelismo e o capitalismo. Então, o capítulo 3, concebe uma reestruturação do Direito a partir das práticas sociais quilombolas, de modo a delinear a forma mais adequada de proteção jurídica do Patrimônio cultural quilombola. Por fim, o capítulo 4, concebe a reestruturação social do Patrimônio Cultural, engendrando a forma mais adequada de acautelar e gerir o Patrimônio cultural quilombola em colaboração com a as práticas culturais, econômicas, ecológicas e sociais das próprias comunidades.

App gratuita de lectura Vivlio Casa del Libro

Ahora tu lectura es multidispositivo, con la App Vivlio Casa del Libro, puedes tener todos tus libros en tu tablet y smartphone. Aprovecha cualquier momento para seguir disfrutando de las lecturas que más te gustan.

Ver más

Ficha técnica


Editorial: Clube de Autores

ISBN: 9786526636954

Idioma: Portugués

Fecha de lanzamiento: 29/03/2025

Especificaciones del producto



Opiniones sobre DIREITO QUILOMBOLA À AUTOGESTÃO CULTURAL E TERRITORIAL SUSTENTÁVEL. (EBOOK)


¡Sólo por opinar entras en el sorteo mensual de tres tarjetas regalo valoradas en 20€*!

Léelo en cualquier dispositivo


Los eBooks más vendidos de la semana