A história se passa em uma pequena cidade de um simples vilarejo e é narrada por duas personagens diferentes. Conhecemos Lucia, uma criança esperta e astuta que percebe mais sobre o mundo e as pessoas a sua volta do que deixa transparecer principalmente em relaço a sua familia, aos seus amigos e a sociedade em geral; os avos, tias, tios e irmos. A primeira vista nota-se o movimento na casa de numero 149 da Vila Urupes endereço no muito requintado, mas aconchegante, como aquelas casinhas de Santa Catarina nas encostas dos morros. Todas com o mesmo padro em cor azul e branco, todas de madeira com jardins com muitas flores das estaçes e um porto de entrada tambem com os tons da pintura da casa. Um enorme quintal com varios bichos e arvores frutiferas. O endereço remete um dos titulos de uns dos livros de um grande escritor da nossa Literatura brasileira Monteiro Lobato com seu celebre livro de contos Urupes. De fato, assim como o titulo Urupes vem da lingua Tupi (urupe) cogumelo que da em pedaços de madeira. Lobato escolheu esse nome para designar os caipiras por viverem estes escondidos no mato como cogumelos. Para ingressar neste endereço de numero 149, teremos que vivenciar a cada passagem da fase da vida de uma menina como: criança, jovem e o velho, todos com suas manias, esperanças, medos, defeitos, ganancias e segredos. Para começar dando voz a Lucia que parece ser uma criança com seus poucos anos de vida, porem com um pensar de adulto; pequena, magrela e sempre pronta a rebater o que dizem, com seus principios de carater e verdades no ditas, mas pensadas e calculadas. Na verdade, uma observadora do seu reduto, ora meiga ora acida, uma personagem complexa, que apaga suas pegadas para que ninguem adivinhe o que guardada na mente e no coraço. Seu amor pela natureza e no a humana, amor pelas letras, as artes, sem ser esnobe para que no venha a ser o espelho dos seus, mas sim sua unica verso de ser propria e unica neste mundo. Sua parentela, seu irmo preterido o qual se evita pronunciar o nome pela tristeza por no ser acolhida por aquela que lhe deu a vida. O pai um funcionario de uma empresa que se faz ausente por haver varios compromissos de viagem. A me do lar, doceira de me cheia e costureira. A irm mais nova a criança da casa bem cuidada, mas Lucia conhece bem o verso e o reverso de toda familia percebem o movimento de todos pertencentes a arvore genealogica que perfaz o diario e a cronica e experiencias das historias desta familia e seus muitos outonos com perdas e ganhos.
Ver más