"V a conclusão de que não há abismo, e que a infância não pára de desenvolver-se e crescer, é um novo princípio de realidade, de morte, de velhice: eu não deixo de viver no mundo interior e exterior das metamorfoses flutuantes; é já dia, mas a noite que conduz a esperança no pensamento, e sobre si própria, não acabou. Não acabou definitivamente; onde estará, protegendo-se da luz, o sapo que brilha? Eu tenho a intuição, Aramis, de que os monstros são as tentativas mais puras do Universo. 'Olha-os, e não os mates.'"