Jean-Marc Rouillan está preso desde 1987, desde o desmantelamento da Action Directe, cumprindo uma pena de prisão perpétua. Esta crónica foi escrita em 2001 na central de Lannemezan e conta o quotidiano da sua vida prisional sob um regime ultra-severo. No entanto, será um erro considerá-lo um romance de um «prisioneiro». Fala da liberdade e dos seus anos de juventude em Espanha e França. Denuncia também a ligação muito discutível entre a medicina e a prisão.